Caso complexo aos 76: cirurgia endoscópica descomprime as raízes L5 e S1
“Liberamos as duas com mínima incisão, menor sangramento e retorno precoce as atividades”, ressaltam Edward Robert e Renato Bastos, ortopedistas especialistas em cirurgia de coluna vertebral.
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“Liberamos as duas com mínima incisão, menor sangramento e retorno precoce as atividades”, ressaltam Edward Robert e Renato Bastos, ortopedistas especialistas em cirurgia de coluna vertebral.
Histórico clínico
Paciente, 76, não aceita mais conviver com dor intensa na coluna lombar e procurou atendimento na OrtoCenter.
O sintoma irradiava para as raízes L5 e S1 , à direita, pernas e pés. A compressão nervosa causava, também, claudicação neurogênica, ou seja, dormência, formigamento e fraqueza muscular ao caminhar.
Para um diagnóstico mais preciso, os doutores, Edward Robert e Renato Bastos , solicitaram a paciente : Raios X , Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada em 3D.
Correlação clínico-radiológica
“Os exames de imagem evidenciaram comprometimento nas raízes nervosas L5 e S1 , além de compressão da L5 no forame intervertebral, comumente chamada de estenose foraminal L5 e na descendente S1 , no recesso lateral”.
Estratégia cirúrgica
Após o planejamento sistemático e seguro do ato operatório , os médicos , optaram pela endoscopia por via interlaminar , a direita, nas L5 e S1 , com acesso direto ao recesso lateral na S1 e forame na L5 , com extensão cranial.
“O que nos permitiu a descompressão contínua do corredor neural e abordagem das duas raízes por um único portal”, complementam Edward Robert e Renato Bastos .
Endoscopia por via interlaminar, a direita, em 29.04, às 17 horas
Esse procedimento , levou maior tempo cirúrgico, em relação a outros já realizados, quase o dobro, cerca de 2h50. Os cirurgiões justificam porque:
“ Devido à presença de plexo venoso de Batson exuberante que exigiu controle hemostático rigoroso”.
Plexo venoso de Batson exuberante
Refere-se a uma rede vertebral interna de veias sem válvulas, com fluxo bidirecional e proeminente, conectando veias pélvicas/torácicas. Funciona como rota alternativa de drenagem da veia cava.
Muito presente em pacientes idosos , portadores de estenose crônic a (caso dessa paciente ), com aumento de pressão intra-abdominal e artropatia degenerativa.
Hemostasia meticulosa
“Para evitar complicações pós-operatórias como hematomas, infecções e necrose, sangramento difuso e contínuo e melhorar a visualização do campo cirúrgico, utilizamos a hemostasia meticulosa (radiofrequência, coagulação progressiva)” , destacam os cirurgiões.
Trata-se do conjunto de técnicas cirúrgicas refinadas e minuciosas, aplicadas durante um procedimento para interromper sangramentos e garantir que o campo cirúrgico permaneça seco, cessando a perda de sangue do paciente .
“Cirurgia finalizada com sucesso, sem intercorrências, com complementação de anestesia caudal uma alternativa valiosa, quando a abordagem lombar convencional é limitada” comemora a equipe médica.
Participaram do procedimento Edward Robert Orr e Renato Bastos (cirurgiões ortopédicos), Leonardo Ferreira (anestesiologista) e Marisa Brandão (instrumentadora cirúrgica).
Paciente, 76 anos e coluna nova : Cirurgiões da OrtoCenter descomprimiram completamente as raízes nervosas L5 e S1. Endoscopia pela via interlaminar em ação!
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Fonte: Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing da Orto Center