Estenose multinível? Descompressão endoscópica é a solução
“O tratamento minimamente invasivo é preciso, seguro e libera as raízes lombares presas por desgaste”, garantem Edward Robert e Renato Bastos, cirurgiões especialistas no procedimento.
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Histórico clínico
Paciente, 61, atendida no ambulatório da OrtoCenter , se queixou que há muito tempo sentia dor na região lombar, face anterior e medial da coxa esquerda, descendo pela face lateral da perna esquerda.
Segundo os doutores , Edward Robert e Renato Bastos , quando a dor se apresenta na região anterior e medial da coxa, o comprometimento é nas raízes lombares mais altas .
“Porém, quando a sintomatologia é na face lateral da perna, em direção ao dorso do pé (peito do pé), pensamos, também em comprometimento da raiz L5 ”.
Exame Físico + Ressonância Magnética
Os ortopedistas da OrtoCenter , sempre chamam a atenção para a necessidade de correlacionar os dois exames:
“Muitas vezes, observamos alterações importantes na RM que, entretanto, não apresentam correspondência clínica significativa nos membros inferiores”.
Para auxiliar no diagnóstico, solicitaram a paciente , a Ressonância . Após análise do exame, concluíram:
“A paciente era portadora de artropatia degenerativa multinível , estenose de canal, comprometimento do recesso lateral e espessamento do ligamento amarelo em diferentes níveis ”.
Neste caso, estavam diante de um comprometimento clínico compatível com raízes lombares altas e, também, comprometimento mais baixo, envolvendo, principalmente , as raízes L3, L4 e L5.
Análise Clínica e Radiológica
Após os resultados dos exames, Edward Robert e Renato Bastos , deduziram que o maior comprometimento se encontrava no segmento das raízes L2 e L3, envolvendo a emergente L2 e a descendente L3.
“Na região mais inferior, nas L4 e L5, havia comprometimento da emergente L4 e da descendente L5 ”, asseguram.
Abordagem endoscópica via transforaminal, à esq., em 19.08
Diante da correlação clínico-radiológica acima descrita, a equipe cirúrgica escolheu os níveis L2 e L3, L4 e L5 para realizar o procedimento .
1ª etapa – Raízes L2 e L3
Iniciaram por esse segmento de maior comprometimento clínico uma vez que a sintomatologia predominante se encontrava na face anterior e medial da coxa esquerda.
“Utilizamos ótica transforaminal um endoscópio rígido de alta precisão. Realizamos a descompressão das raízes com abordagem do recesso lateral e retiramos o ligamento amarelo uma estrutura elástica que conecta as lâminas das vértebras adjacentes na coluna”.
1ª etapa finalizada , após, cerca de 1h15min de procedimento,
2ª etapa – Raízes L4 e L5
Em seguida, prosseguiram para esse segmento, também, por acesso transforaminal , à esquerda . Objetivo: liberar, principalmente, a L4 e região axilar (área anatômica de transição entre o tronco e o membro superior) da L5 .
“Duas horas depois, conseguimos, com sucesso, a adequada liberação das raízes envolvidas . A partir de agora, acompanhamos a evolução pós-operatória da paciente ”, comemoram.
Equipe : Edward Robert Orr e Renato Bastos (cirurgiões ortopédicos), Bruno Rangel (anestesiologista) e Marisa Brandao (instrumentadora cirúrgica).
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Fonte: Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing da Orto Center
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