Hérnia gigante nas L5 e S1 em pacientes jovens. Tem solução?
“Tem sim... Descompressão total das raízes por Endoscopia”, afirmam Edward Robert e Renato Bastos, cirurgiões de coluna, especialistas no procedimento minimamente invasivo. Clique aqui e leia mais...
Caso clínico
Paciente jovem , entre 20 e 30 anos , atendida no ambulatório da OrtoCenter chegou com quadro de dor lombar intensa, irradiada para o membro inferior esquerdo desde a região glútea até a parte inferior do pé, popularmente conhecida como sola do pé.
O sintoma, associava-se a dificuldade para caminhar e episódios esporádicos de cãibras na panturrilha (claudicação neurogênica).
Exames complementares
Após a paciente submeter-se a tratamento conservador, sem sucesso, os doutores Edward Robert e Renato Bastos , solicitaram que ela realizasse exames de imagem entre eles Raios-X , Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética que evidenciou:
“Uma grande hérnia discal nas raízes L5 e S1, de localização posterior e posterolateral, com características compatíveis com hérnia recente, considerando o quadro clínico e o tempo de evolução da patologia”.
Diante da análise clínica, os médicos indicaram a paciente abordagem cirúrgica .
Procedimento por via endoscópica em 07.10.2026, às 8h.
Estratégia cirúrgica
1º tempo: endoscópio de estenose
“ Optamos por utilizá-lo porque possui diâmetro um pouco maior e, com a nossa experiência cirúrgica, garantimos que facilita bastante o acesso. Conseguimos explorar a raiz S1 pela região dorsal e retiramos, parcialmente, o ligamento amarelo, complementam.
Em seguida, iniciaram a fresagem da coluna lateral dos processos articulares. (observe o vídeo)
“Com isso, conseguimos expor adequadamente a raiz S1 no recesso lateral. Realizamos a limpeza de toda a região comprimida, aliviando a pressão sobre as estruturas nervosas”.
2º tempo: troca do endoscópio de estenose pelo endoscópio Interlaminar
Vale ressaltar, com a “ manobra do bisel ” para proteger a raiz S1 .
Expressão "manobra do bisel"
Refere-se à técnica de posicionamento e direcionamento da ponta chanfrada (cortada em diagonal) de uma agulha ou cateter, durante a realização de procedimentos médicos .
Após essa etapa, a equipe cirúrgica retirou a hérnia discal , por completo e destaca, um ponto importante:
“Cauterizamos, cuidadosamente, as veias do plexo venoso de Batson . Trata-se de uma vasta rede de veias paravertebrais , sem válvulas , que se estende ao longo de toda a coluna vertebral ” , explicam os cirurgiões .
Embora essa etapa possa acrescentar alguns minutos à cirurgia , ela proporciona melhor controle do sangramento e, consequentemente, acelera o tempo operatório global, o que permite uma cirurgia mais limpa e segura.
Término do procedimento
“Finalizamos a cirurgia em aproximadamente 50 minutos. Adequada descompressão da raiz S1 e retirada total do fragmento herniário” , comemoram.
Equipe : Edward Robert Orr e Renato Bastos (cirurgiões ortopédicos), Bruno Rangel (anestesiologista) e Erica Torres (instrumentadora cirúrgica).
Jovens podem ter hérnia grande ? Acontece e tem solução.
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Os cirurgiões da OrtoCenter respondem tanto aos colegas médicos quanto às pessoas que desejam compreender melhor os procedimentos minimamente invasivos da coluna.
Fonte: Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing da OrtoCenter.
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