Por que fazer uma cirurgia grande se a endoscopia resolve duas hérnias? Caso real, 58 anos

“Quando a coluna ataca em dois andares, a gente responde com precisão”, afirmam Edward Robert e Renato Bastos, cirurgiões ortopédicos especialistas em cirurgia endoscópica.

Por que fazer uma cirurgia grande se a endoscopia resolve duas hérnias? Caso real, 58 anos

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“Quando a coluna ataca em dois andares, a gente responde com precisão”, afirmam Edward Robert e Renato Bastos, cirurgiões ortopédicos especialistas em cirurgia endoscópica.

Duas hérnias . Dois acessos . Um procedimento ...

A cirurgia endoscópica resolveu uma dor insuportável no membro inferior esquerdo, região da panturrilha bilateral e região plantar que tirava horas de sono do paciente , 58 , atendido no ambulatório da OrtoCenter .

“Estamos falando de sintomas compatíveis ao comprometimento da raiz S1 e que se estendem a episódios de claudicação intermitente de natureza neurogênica. Uma condição caracterizada por dor, formigamento, fraqueza e/ou cãibras nas pernas que surgem ao caminhar ou permanecer em pé”, atestam os doutores Edward Robert e Renato Bastos .

Outra sintomatologia apresentada pelo mesmo paciente foi dor na face anterior da coxa esquerda, identificando comprometimento das raízes L3 e L4 . Sinal de que havia algum processo compressivo também nesta região.

Exames complementares

Os médicos, para confirmarem o diagnóstico feito na consulta e no exame físico e, aprofundarem a investigação clínica, solicitaram ao paciente , entre outros exames a Ressonância Magnética , que validou:

“A presença de uma hérnia discal posterior , a nível de L5-S1 , da esquerda para a direita, além de uma hérnia extraforaminal, a nível de L3-L4 , à esquerda” .

Após, analisarem os exames complementares , detalhadamente, os doutores, chegaram a conclusão de que a melhor opção terapêutica para o paciente seria a abordagem endoscópica.

Interlaminar + Extraforaminal: o GPS da coluna em 14.05

“Realizamos as duas abordagens endoscópicas: a interlaminar , em L5-S1 e a transforaminal , em L3-L4 , à esquerda . Na região inferior, retiramos, parcialmente, o ligamento amarelo e identificamos a raiz descendente S1 , que se encontrava comprimida pela hérnia discal ”, atestam os cirurgiões .

Em seguida, ao retirarem o fragmento herniário, verificaram que a raiz espinhal S1 encontrava-se completamente liberada .

“Prosseguindo, utilizamos o material endoscópico, por via transforaminal . Acessamos a região das raízes L3 e L4 , à esquerda , e retiramos o disco intervertebral localizado na entrada do forame. Incentivamos, assim, a liberação das raízes L3 e L4 ”, comemoram.

Procedimento cirúrgico finalizado com sucesso.

Equipe cirúrgica: Edward Robert Orr e Renato Bastos (cirurgiões ortopédicos), Bruno Rangel (anestesiologista) e Marisa Brandão (instrumentadora cirúrgica).

Aos 58 , o paciente não tinha uma hérnia , tinha duas e não fez uma cirurgia grande, fez duas pequenas. A Endoscopia entrou por L5 e S1 e por L3 e L4 e tirou só o que doía. Resultado: Músculo intacto , coluna estável e paciente satisfeito .

Agende sua consulta com um dos especialistas em coluna da OrtoCenter: atendimentoortocenter.com

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Fonte: Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing da Orto Center

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