77 anos e venceu a dor pela 3ª vez. Endoscopia de coluna realizada com sucesso
“Essa história mostra que persistir vale a pena. Com tratamento correto é possível retomar a rotina”, asseguram Edward Robert e Renato Bastos, cirurgiões especialistas no procedimento cirúrgico.
Histórico clínico
Idade não é limite para ter qualidade de vida. Paciente, 77, portadora de doença degenerativa avançada da coluna lombar, submeteu-se ao 3º procedimento cirúrgico por endoscopia.
Sintomas
Paciente idosa, atendida no ambulatório da OrtoCenter pelos doutores Edward Robert e Renato Bastos, queixava-se de dor crônica que irradiava para a região glútea direita, face posterior da coxa, panturrilha e região plantar.
Quadro clínico, que, segundo os médicos, “compatível com comprometimento da raiz S1, à direita”.
Diagnóstico
Ao analisar as imagens da Ressonância Magnética, os especialistas em procedimentos endoscópicos, identificaram claramente:
Estenose do canal central e do recesso lateral direito em L5-S1
“Provocada, principalmente, pelo espessamento do ligamento amarelo (alargamento das estruturas elásticas que conectam as vértebras) e pela hipertrofia degenerativa das articulações facetárias ou artrose facetária (desgaste das pequenas articulações da coluna).
Artropatia degenerativa importante
Associada a sinais de instabilidade segmentar nas raízes L3-L4 e L4-L5, espessamento do ligamento amarelo em múltiplos níveis e estenose do canal vertebral, tanto central, quanto dos recessos laterais.
Vale ressaltar que um aspecto bastante interessante desse caso é que esta foi a 3a cirurgia realizada por via endoscópica.
“Nossa experiência demonstra, que, em pacientes, criteriosamente selecionados, procedimentos endoscópicos consecutivos, podem proporcionar resultados extremamente satisfatórios, muitas vezes, evitando a necessidade de uma artrodese lombar”, descrevem.
Isso ocorre, porque a endoscopia, quando bem indicada, costuma apresentar menor agressão cirúrgica, menor perda sanguínea, menor índice de complicações, preservação das estruturas estabilizadoras da coluna e recuperação pós-operatória significativamente mais rápida.
Experiência pessoal
O doutor Bastos relata que a cerca de 12 anos foi submetido a uma artrodese lombar:
“Naturalmente, cada técnica possui indicações específicas e a escolha deve sempre respeitar critérios clínicos e radiológicos individualizados”.
Procedimento cirúrgico em 03.07
Com o objetivo de realizar ampla descompressão da raiz S1, a direita, os cirurgiões optaram pelo acesso interlaminar, em L5 e S1, uma técnica cirúrgica minimamente invasiva.
“Acessamos o canal vertebral por trás, através da janela natural existente entre a 5ª vértebra lombar (L5) e o osso sacro (S1)”, descrevem.
Após cerca de duas horas de procedimento, utilizando instrumental endoscópico de alta precisão, a equipe cirúrgica realizou completa liberação da raiz nervosa em todo o seu trajeto posterior. .
“Ao término da descompressão, observamos uma raiz com coloração mais avermelhada, compatível com sofrimento compressivo crônico, porém, totalmente livre de compressão mecânica”, comemoram.
Os cirurgiões, acreditam, que a paciente apresenta excelentes perspectivas de evolução clínica.
Equipe cirúrgica: Edward Robert Orr e Renato Bastos (cirurgiões ortopédicos), Juliana Cais de Oliveira (anestesiologista) e Erica Torres (instrumentadora cirúrgica).
Dor crônica não precisa ser para sempre. A Medicina evoluiu e a OrtoCenter está aqui pra te ajudar a encontrar o melhor caminho.
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Fonte: Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing da Orto Center

